Após ser pego pela professora Denise Bandeira, “pichando” o muro da própria escola, recém pintada, um jovem foi obrigado a fazer retoques na parede, na frente dos amigos e com a presença da professora. Até então uma situação mais do que justa. O problema, é que segundo alguns acadêmicos, e principalmente os país do aluno, acharam que a professora foi longe demais, ao fazer certos insultos do tipo “Bobo da corte”, e que o aluno foi exposto na frente dos demais. Os pais do aluno, que querem a punição para a professora, afirmam que o garoto foi humilhado e, por isso não tem vontade de ir mais pra escola, pois virou motivo de chacota entre os outros estudantes.
Veja a reportagem feita pelo Jornal da Record.
Assistindo ao Jornal da Alterosa 1ª edição, vi uma reportagem sobre pichadores. Um jovem chegou a dizer que pichação é um vício, e que não se importa com as leis, pois segundo ele, “elas nunca foram respeitadas e não é agora que vão ser.” Agora pergunto: tem lógica uma coisa dessas? O garoto apronta, passam a mão na cabeça dele e ainda querem punição pra única pessoa que agiu de maneira correta em toda essa situação. Vale lembrar que, o vídeo dessa situação foi filmado por amigos do jovem, e divulgado por eles mesmos. Tenho certeza que o problema todo é com a exibição desse vídeo, não com a punição aplicada pela professora. Os pais, ao invés de darem algum exemplo para esse jovem infrator, provavelmente estão tentando obter alguma vantagem com toda essa situação, pois segundo o pai do garoto, “ele só escreveu o nome na parede, não é nem pichação.” É o que então?
O caso ainda será avaliado pela Secretaria de Educação do Rio Grande do Sul.
Parece que mais uma má notícia está chegando aos estudantes de jornalismo do Centro Universitário de Belo Horizonte, o Uni-BH. De acordo com fontes internas, o curso de jornalismo será substituído pelo de “Comunicação Integrada”. Os formandos não terão a habilidade especifica de "jornalistas" reconhecidas em seu diploma, o que não interfere no exercício da profissão, caso o diploma volte a ser exigido, mas desvaloriza o curso, pois atualmente o que é visado no mercado são justamente as especializações. O curso de “Comunicação Integrada” existe em Belo Horizonte apenas na PUC, unidade São Gabriel, porém a Universidade também oferece os quatro cursos conhecidos como integrantes da “comunicação”, separadamente. Ou seja, o aluno que se matricula na PUC pode escolher se quer cursar Jornalismo, Relações Públicas ou Publicidade e Propaganda, separadamente ou se prefere estudar ambos de modo amplo, com o curso integrado.
Vale ressaltar que algumas Universidades, faculdades ou mesmo Centro Universitários de outros estados consideram integrantes de “comunicação” cursos como cinema, rádio e tv, dentre outros. Cabe questionar então se o UNI-BH optará pelo modo simples ou amplo dessa “intregração”.
Essas mudanças estão previstas já para o próximo semestre, quando o Grupo Ânima, nova mantenedora do centro universitário, começa suas atividades. Para quem não sabe, este grupo assumiu o Uni-BH, depois de um longo período de crise financeira no final do ano passado. A nova mantenedora também administra o Centro Universitário UNA e a Faculdade De Ciências Médicas De Minas Gerais.
Entramos em contato por e-mail com a coordenadora do curso de Jornalismo, Lorena Tárcia, e segundo ela, essa informação não procede , e garantiu que os cursos continuarão do mesmo jeito que estão, separados. Vamos ver o que o Uni-BH/ Ânima estão preparando para nós.
Não é raro encontrar erros em alguns jornais impressos, inclusive, alguns até abusam. Analisando a tabela do campeonato mineiro no dia 03/02/09, fiquei surpreso em ver que estava faltando um time. Vamos ver se vocês identificam qual está faltando na imagem abaixo.
Tabela do campeonato mineiro no dia 03/02/09
Para manter a integridade do jornal (que é um dos campeões em erros), não revelarei sua identidade, mas quem observar bem a imagem, terá algumas pistas para saber de qual jornal estou falando. Algum palpite de qual time está faltando? Pois é, o Atlético MG simplesmente foi excluído do campeonato. O motivo?Vai saber. A campanha do galo não estava muito boa na época (hoje, o Atlético disputará a final do campeonato contra o Cruzeiro), mas não merecia ser simplesmente excluído do campeonato sem mais nem menos.
Quem estuda no Uni-BH campus Estoril, provavelmente já foi atacado (ou pelo menos conhece) pelo famoso “pássaro-terrorista”, que vive nas árvores dentro do campus. Trata-se da espécie Mimus saturninus, mais conhecida como o “Galo-Do-Campo”. O campus da faculdade possui uma enorme área verde, e uma boa quantidade de árvores altas, o que é bem favorável para que essas aves façam seus ninhos. Eu mesmo, já fui atacado algumas vezes por essas aves, e sinceramente, elas não dão trégua mesmo!
Portaria Do Campus Estoril
Provavelmente, os ataques são para proteger seus ovos, pois sempre ocorrem no período de reprodução das aves. Geralmente, antes do ataque, essas aves emitem um som que lembra o Corvo, logo depois fazem um voo rasante, e dependendo da altura da pessoa, acaba em colisão. No vídeo abaixo, dá para ter uma noção de como é o ataque.
Com o post anterior, percebi que o problema da cultura em nosso país, parece ser algo que vem da infância. Na tentativa de entreter uma criança de alguma forma, muitos pais simplesmente ligam a televisão, e deixam que uma grande quantidade de informação não filtrada seja absorvida por ela. Acredito que em muitas vezes, creches para crianças carentes, por não terem os recursos adequados, fazem a mesma coisa. É onde começa o nosso problema. Como podemos ajudar? Muita gente acredita que doar dinheiro é a solução, mas não é bem por aí. O dinheiro resolve problemas básicos, ou seja, despesas básicas para o funcionamento da creche. Por exemplo: luz, água, telefone, alimentação, etc. Uma boa idéia para ajudar na formação cultural das crianças, é a doação de livros ao invés de dinheiro. No 1º período de Jornalismo pela Faculdade Newton Paiva, realizamos junto com o curso de Publicidade e Propaganda, o 9º Concerto De Leitura, que teve a organização de Regina Mota, professora da Língua Portuguesa, e a idéia era basicamente essa. Confira o vídeo abaixo:
9º Concerto De Leitura
O incentivo deve ser feito desde a infância, pois é nela que a aquisição de hábitos bons e virtudes, possibilitam que a criança escolha as decisões positivas e corretas, escolhidas pela inteligência.
Ela é considerada uma das mulheres mais poderosas da mídia inglesa. Administra um orçamento anual de um bilhão de libras (cerca de 3 bilhões, e meio de reais) e é resonsável pelo nível de qualidade e criatividade de todos os canais de televisão do enorme conglomerado em que se transformou a British Broadcasting Corporation, a BBC de Londres. Exemplo e referência de tv pública no mundo e principal fonte de informações na Grâ Bretanha, a BBC também ganhou reputação internacional pela qualidade e seriedade de suas produções. Além dos quatro canais principais, tem uma variada programação distribuida via cabo e satélite, abordando temas em todas as áreas: artes, ciências, notícias, programas infantis, documentários e outros. No mundo, o serviço internacional da BBC é levado a todos os continentes, com transmissões de rádio, tevê e Internet em 33 idiomas. O Brasil está incluído. Os conteúdos que alimentam essa rede estão sob a responsabilidade de Jana Bennett, hoje figura de frente no debate sobre a incorporação de novas mídias pela emissoras de TV, busca de maior audiência entre o público jóvem e o papel da TV Pública nesses tempos de imprevisíveis inovações tecnológicas. (Fonte: Tv Cultura)
Assistindo ontem a uma entrevista com Jana Bennett no programa Roda Vida, transmitido pela TV Cultura, comecei a pensar: é possível criar uma TV pública em nosso país com conteúdo de qualidade, e com acesso para toda a população? Na Grã Bretanha isso aconteceu. Sem incentivos privados, e com o investimento dos próprios expectadores, a rede de TV britânica consegue manter um alto nível de qualidade em sua programação, sem comerciais, programas apelativos, e ainda é inovadora em novas formas de mídia. No Brasil, temos a “TV Brasil” (alguém sabia disso?), que até tem um bom conteúdo, mas em questão de acessibilidade, requer um conhecimento específico para sua sintonização. Olhe como a TV deve ser sintonizada em diferentes estados:
Pra quem não mora em São Paulo, Rio de Janeiro, Maranhão, ou Distrito Federal, deve seguir o procedimento especificado para transmissão analógica ou digital. Como está descrito acima, o procedimento não é tão simples. Confesso que, eu por exemplo, não conseguiria sintonizar a TV Brasil, e acredito que seria a mesma coisa para a maioria de nós brasileiros. A programação da TV Brasil é bem variada, contando com programas de esportes, entrevistas, programas culturais, ou seja, programas para vários gostos. Resolvendo a questão da acessibilidade (que é o principal problema, e a solução seria fazer o canal entrar na grade de canais abertos em todo o país), a TV Brasil tem tudo para dar certo no país.
A situação da televisão brasileira está precária. Programas como o “Superpop”, “Marcia”, “Big Brother Brasil”, não acrescentam nada a vida do brasileiro. Nem na questão de entretenimento, pois tratam de assuntos fúteis, vulgares, e no caso do “Superpop” e do “Márcia”, sempre acabam em baixaria. O mais engraçado, é que enquanto passava a entrevista com Jana Bennett, na Tv Cultura/Rede Minas, por volta das 23:00, o “Superpop” estava no ar, e o assunto do programa era sobre atrizes pornôs. No programa, estavam Márcia Imperator, Julia Paes, e mais uma “atriz” que não sei o nome, discutindo com um outro grupo de pessoas sobre o direito de poderem falar se são atrizes ou não. Quando mudei pro canal o papo já não estava muito amistoso, a ponto de Márcia Imperator dizer a seguinte frase pra uma mulher do outro grupo: “se ela fala tão mal de filme pornô, deve ser porque não sabe transar.”O problema é que esse tipo de coisa dá audiência, mas por qual motivo? Será por falta de opção? Pois a maioria dos canais educativos, estão na TV fechada, e os canais abertos, praticamente não fornecem esse tipo de programação,quando fornecem, são em horários de pouca audiência, por exemplo, o Globo Ciência, Educação, Ecologia, e Universidade, programas com alto índice de cultura e informação educativa, são transmitidos entre 06h10 e 07h30 da manhã, isso, uma vez por semana no sábado. Alguma criança acorda neste horário em um sábado?
Acredito que a solução, seja a banalização de programas com conteúdo apelativo, e o investimento em programas com fins educacionais, e culturais. Se hoje a televisão já está assim, imagina então o que nos aguarda para o futuro.
Com o avanço da tecnologia, é de praxe que outras fiquem obsoletas e com o passar do tempo, extintas. Com os meios de comunicação não é diferente. A rapidez com que a informação chega para nós é impressionante: acontecimentos que ocorrem em um lado do mundo chegam ao outro quase simultaneamente. E com isso, o cliente ficou mais exigente. É aí que eu pergunto: é o fim dos jornais impressos? Não só na televisão, como na internet, a transmissão de notícias é praticamente simultânea com o acontecimento de um determinado fato, e com isso, automaticamente, o furo de reportagem é preciso.
Quando as notícias começaram a ser transmitidas pela TV, a mesma pergunta foi feita, porém, tinha um forte argumento que provava o contrário.A mesma reportagem que a TV transmitia simultaneamente com o fato, dependendo do horário, só sairia um dia após o acontecimento em um jornal impresso, mas pra entender certos fatos, era necessário que o telespectador o acompanhasse desde o início pela TV, sendo que ela na maioria das vezes passa somente uma atualização sobre o fato, pois não dá tempo de rever o acontecimento desde o início. Ponto pro jornal impresso, pois ele sempre tem espaço para uma explicação mais aprofundada de uma notícia, montando infográficos, acontecimento dos fatos em ordem cronológica, e até mesmo, registros impressos de edições anteriores (podendo assim, o leitor consultá-lo sempre que precisasse fazer uma pesquisa). Outro ponto importante para o jornal impresso: registro. Quem nunca fez trabalho no 1º ou no 2º grau, recortando textos ou fotos de jornais antigos? Coisa que não era, e não é possível com a televisão. Dar até que dá, porém, o trabalho é bem maior. Até a década de 90, isso garantia a importância do jornal impresso.
Mas é hoje em dia que sua importância é colocada em cheque, pois com o surgimento dos jornais online, a internet apareceu como um divisor de barreiras. Hoje, você faz compras, transações bancárias, reuniões de negócio, envia documentos, e várias outras coisas sem precisar sair de casa. Logo, pode-se ler notícias quase em tempo real. Rapidez: Ponto pro jornal online. Vivemos em um mundo hoje, onde tudo tem que ser mais rápido, eficiente, e os jornais online conseguem cumprir essa expectativa muito bem, além de ter a mesma eficiência que a TV nesse aspecto. Sem falar que, além de ser gratuito (na maioria das vezes), possui de certa forma um sistema de registro (histórico dos fatos), e é pratico. Não se tem trabalho algum em ler um jornal online, pois está na tela do computador, não rasga, não desbota, não se desfaz quando molha, não solta tinta, e com a tecnologia de banco de dados, pode ser lido a qualquer hora (claro que com certas circunstâncias), ponto forte utilizado na década de 90, para importância do jornal impresso, e ponto fraco pra a televisão, até mesmo hoje em dia. Contudo, mesmo com esses dois adversários potentes, não acredito que seja o fim dos jornais impressos. Muita gente não conta com a utilização de velas quando a energia acaba? Nem que seja pra encontrar a lanterna, que na maioria das vezes, se não estiver em um lugar estratégico nem é usada? Acredito que o mesmo funciona (e funcionará) com o jornal impresso.